sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Rogeiro
É por demais conhecido o ciúme dos americanos em relação à moeda
europeia, coisa que os leva às mais descaradas manobras para que o
euro não tenha sucesso.
E como não lhes convém chocar de frente com os mais fortes, recorrem à
estratégia covarde de bater em aleijados, com o claro objectivo,
esperemos que vão, de que, a seguir aos mais fracos, tudo se desmorone
por efeito dominó.
Notável, a este respeito, o artigo de Nuno Rogeiro acerca do que vêm
dizendo "bruxos" como Paul Krugman. É que esta gente, em coro com as
célebres três agências, quer fazer esquecer, com o ruído que produz, a
sua conivência no descalabro que, da pátria do capitalismo, se
disseminou para o Planeta inteiro!
GÓRGIAS
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
homo
Apesar de, segundo se julga saber, ser tão antiga como a própria
humanidade, a homossexualidade, em ambos os géneros, a todo o momento
se nos revela obscena e contra natura, e tanto mais quanto os seus
praticantes se excedem no exibicionismo das suas bizarrias.
O suspeito de ter morto, com requintes de selvajaria, um conhecido gay
português, podia ser seu neto e, segundo as mais diversas opiniões,
não era conhecido como seu "namorado", antes pelo contrário, era
"mulherengo"…
Segundo revelam as notícias, a famosa figura tinha Nova Iorque como
seu "fetiche", mas não é de crer que lá gozasse de qualquer
notoriedade, sendo abusivo pretender que poderia introduzir o rapaz na
alta roda da moda.
Assim, servindo-se da natural ambição do jovem em ser alguém como
modelo, pode ter-lhe feito promessas que não tinha condições de
cumprir, com a reserva mental de poder ter acesso a "carne fresca",
expressão repugnante que ainda há pouco ouvi a um tal Serzedelo.
Como uma desgraça nunca vem só, revelando a falsa escala de valores
com que a juventude de hoje se faz adulta, o rapaz escolheu a pior
forma de sair da embrulhada em que se deixou embarcar.
GÓRGIAS
sábado, 8 de janeiro de 2011
Fwd: cartas
QUE PAÍS É ESTE, SR. PROFESSOR ?
Já cá faltava a "parábola" da pessoa comum que se dirige ao político
da sua simpatia verberando o comportamento dos concorrentes… Já tinha
havido a estória da velhinha, a do Zé e agora surge a do emigrante que
se dirige a sua excelência, triste e desapontado:" mas que país é
este, sr. professor ?" .
E a verdade é que se este "sr. professor", que tem de si próprio tão
elevado conceito, tivesse a mínima noção do que anda a fazer, vendo
que nada resolveu e sabendo que nada vai resolver, pela simples razão
de que aquilo em que ele se autoproclama de competente, como
Presidente da República não lhe serve para nada, não se tinha
recandidatado!
Se realmente este "sr. professor" tivesse a verdadeira noção dos
limites e do ridículo, pararia por aqui, deixando de contribuir para
que o país se degrade ainda mais. Poderia dar início a um exercício
muito útil para o futuro, que seria tentar explicar ao seu povo a
razão por que, a seu ver, a sua "escola" política descambou num
alfobre de malandragem.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
campanha
O homem empertiga-se todo, faz caretas, esgares penosos de se verem,
chama nomes feios ao adversário, só porque este, legitimamente, lhe
coloca questões simples e claras.
Mas como a verdade objectiva é capaz de ser embaraçosa, porque gente
que em tempos tutelou tem andado envolvida nas mais escabrosas
falcatruas, de que também poderá ter beneficiado, mesmo que
involuntariamente, acha que é suficiente dizer que está para nascer
alguém mais sério do que ele e não responde como é devido…
Já era assim quando governava. Sempre que as instituições criadas para
evitar os abusos do poder o questionavam, chamava-lhes "forças do
bloqueio"; sempre que a Oposição, no Parlamento, o alertava para a
corrupção que grassava, berrava "isto aqui não é o Uganda"!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
ELEIÇÕES
Cansados da miséria e do trabalho escravo para sustentar oligarquias
corruptas, os brasileiros decidiram, em boa hora, dar o poder a um
trabalhador com pouca instrução académica, mas catedrático na escola
da vida.
Os resultados são por demais conhecidos. O modesto metalúrgico, que os
oligarcas e seus lacaios tudo fizeram para desqualificar, chamando-o
de vagabundo e comunista, colocou o Brasil no mapa mundial, batendo o
pé em todos os fóruns importantes, fez crescer o país e começou a
distribuir a riqueza produzida, fazendo-a chegar a milhões de
compatriotas com fome.
Ao fim de dois mandatos de alto sucesso para o Brasil, se a lei o
consentisse, seria "automaticamente" reeleito. Era tal a percentagem
de que gozava entre o seu povo, que até se deu ao "luxo" de dizer em
quem deveriam votar para lhe suceder…
Mas este bom exemplo não nos serve para nada. Não só o nosso sistema
não permite ao presidente poderes executivos, como somos um povo sem
respeito por si próprio, que dá o poder a qualquer tratante em função
da clubite partidária. De facto, mesmo que haja a certeza, pelo
historial, de que o gajo é mesmo um filho da mãe, relevamos tudo com a
satisfação de que, ao menos, é o nosso filho da mãe!
GÓRGIAS
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
export
Fazer com eficácia e eficiência quer dizer isto: eficácia, fazer a
coisa certa; eficiência, fazê-la bem feita. É isto que têm vindo a
fazer os nossos têxteis, vestuário e calçado, entre outros, com os
consoladores resultados que se vão conhecendo.
E como dá gozo saber que alguns dos que nos trocaram pela China, na
mira do lucro a todo o custo, deram com os burros na água e começam a
regressar, não diria envergonhados pela ganância, porque tais
sentimentos não afectam esses negociantes, mas um pouco embaraçados…
É que não é regredindo aos tempos da primeira revolução industrial,
que é o que se verifica na China actual, no que ao tratamento da força
de trabalho concerne, e que os ultraliberais também querem fazer
connosco, que se consegue alta produtividade e qualidade naquilo que
se produz.
De nada serve dizer, como fazem alguns empresários, que os
trabalhadores são o seu principal activo, se isso não é demonstrado na
prática, respeitando-os como seres humanos e pagando um salário que
lhes permita viver com dignidade e os motive a ser leais à empresa e a
fazer cada vez mais e melhor.
GÓRGIAS
sábado, 1 de janeiro de 2011
campanha
A execrável figura que faz de presidente desta República acaba de
fechar, à sua maneira, os debates da pré-campanha.
Quem o conhece há muitos anos, e foge à promiscuidade dos clubismos
partidários, sabe que, para além da sua auto-proclamada sapiência em
economia, é um sujeito inculto, sem vergonha, sem carácter e sem
princípios, enfim, capaz de qualquer canalhice para enganar a populaça
que, na sua ancestral ignorância, transforma em bonzos os mais
execráveis mostrengos .
A baixeza moral revelada, mais uma vez, no frente a frente com Manuel
Alegre, atacando os gestores da CGD que foram destacados para o BPN, é
apenas mais um episódio chocante e demonstrativo de como a criatura
não olha a meios para atingir os fins.
Pretendendo atacar o Governo, atacou, da forma mais ignóbil, gente que
o apoia e já participou em governos seus, mas não diz uma palavra
acerca do mal que fez no BPN a corja que também foi criação sua.
A coisa é tanto mais grave quanto a indigna figura usa, da forma mais
maquiavélica, a ignomínia como se fosse verticalidade!
GÓRGIAS